domingo, 12 de junho de 2016

INTERNETE DAS COISAS



INTERNETE DAS COISAS
É direta a ligação de que um computador, tablete ou smartphone são aparelhos ligados a internet, mas nos dias de hoje muitos dos equipamentos e utilidades que usamos pode estar ligado na rede sem nos darmos conta disso. Um automóvel, uma televisão e até uma geladeira podem estar lidados a fábrica e receber atualizações dessa sem qualquer interferência do usuário via internet, essa é a internet das coisas, que já é uma realidade. Ela muita facilidade da aos usuários bem como dor de cabeça aos gestores da rede. Muitos mais endereços serão necessários. O desenvolvimento do IPv6 vem nessa direção, atender a esses muitos endereços que serão necessários.
Cada computador ligado à internet seja um computador pessoal, uma estação de trabalho ou um servidor que hospeda um site precisa de um endereço único que o identifique na rede.
A Internet das Coisas (do inglês, Internet of Things) é uma revolução tecnológica a fim de conectar aparelhos eletrônicos do dia-a-dia, como aparelhos eletrodomésticos à máquinas industriais e meios de transporte à Internet, cujo desenvolvimento depende da inovação técnica dinâmica em campos tão importantes como os sensores wireless e a nanotecnologia que hoje em dia já são realidades presentes na nossa rotina.

IPv4 e IPv6



Diferenças entre IPV4 e IPV6
O protocolo IP na versão rotulada como IPv4 é bastante antiga para os padrões da informática, ainda é utilizada, mas apresenta vários problemas. Para solucionar esses problemas foi desenvolvida a versão IPv6
COMPARATIVO ENTRE AS VERSÕES
CARACTERISTICA
IPv4
IPv6
Ano de criação
1993
2012
Endereço
32 bits
128 bits
Segurança
baixa
alta
Endereços disponíveis
4.294.967.296
3,4 × 1038
Capacidade de expansão
esgotada
grande
Suporte ao IPSec
opcional
obrigatório
QoS (Quality of Service)
não
sim
Processo de fragmentação
router
host
Campo opção
Cabeçalho
Campo extension header
Configuração endereço
manual
automático
Pacotes suportados
576 bytes fragmentados
1280 bytes sem fragmentação

protocolos das camadas OSI



Exemplos de protocolos das camadas OSI
Camada Física: Protocolo rs232
Apesar de muitas vezes a intitulação do protocolo parecer algo aleatório, isso não é o que acontece com o protocolo RS 232 que faz referência a própria máquina, ou seja um protocolo típico da camada 1 do sistema  OSI, a camada Física. O protocolo RS232 trás no próprio nome seu significado, RS é a abreviação de “Recommended Standard”.
Esse padrão de interface comum tem a finalidade de permitir a comunicação de dados entre equipamentos foi criado em nos anos 60 por um comitê conhecido atualmente como “Electronic Industries Association” (EIA).
No início da comunicação de dados entre computadores, a comunicação era bastante simplificada, compreendia a troca de dados digitais entre um computador central (mainframe) e terminais de computador remotos, ou entre dois terminais sem o envolvimento do computador. Estes dispositivos poderiam ser conectados através de linha telefônica, e consequentemente necessitavam um modem em cada lado para fazer a decodificação dos sinais.
Dessas ideias nasceu o padrão RS232. Ele especifica as tensões, temporizações e funções dos sinais, um protocolo para troca de informações, e as conexões mecânicas.
Camada Dados- protocolo Frame Relay.
Como exemplo de protocolo da camada de dados podemos citar o Frame Relay que consiste de um protocolo que abrange uma tecnologia que efetua de maneira eficiente e barata a divisão da informação recebida em frames (arranjado especial de bits). Está em desuso mas ainda pode ser utilizada de forma eficiente em redes corporativas WAN.
A conversão inicia-se no roteador da LAN. Os frames convertidos são enviados aos equipamentos de rede, que transportam esse frames até o seu destino, usando os procedimentos de chaveamento ou roteamento do protocolo. A rede Frame Relay é sempre representada por uma nuvem,
Camada de Rede – Protocolo IPv6
IP ou Protocolo de Internet, acrônimo de Internet Protocol é um protocolo de comunicação usado entre todas as máquinas em rede para encaminhamento dos dados. É um dos protocolos mais importantes da internet pois é ele que permite dois computadores conversarem entre si e sua adoção possibilitou que todas as redes conversassem entre si criando o que ficou conhecido como internet.
O protocolo IP possui um esquema de endereçamento parecido com os números de telefone. Assim como qualquer telefone, no mundo todo, é único (considerando o DDD e o código de país), cada computador ligado na internet possui um número único, que é chamado de endereço IP ou número IP. Esse número serve para identificar o computador na internet. Se você precisar conversar com alguém pela internet, basta mandar mensagens endereçadas ao endereço IP do computador da pessoa.
A versão 4 do IP, IPv4 utiliza desenho de 32 bits. O IPv6 tem endereçamento de origem e destino de 128 bits
Para que um e-mail saia um computador X e chegue ao computador Y é preciso que os dados sejam divididos em pacotes menores (chamados de pacotes IP) que possuem marcados dentro de si o endereço IP único de origem, computador X e o número único do IP do computador Y de destino. Com isso a internet encontrará o caminho entre X e Y através da rede.
Camada de transporte – protocolo TCP
O Protocolo de controle de Transmissão, TCP, acrônimo do inglês Transmission Control Protocol, é o responsavel para verificar se os pacotes de dados foram enviados de forma correta, na sequência apropriada e sem erros, pela rede, sobre ele se apoia a WWW ou seja, a propria internet.
Quando se inicia uma comunicação esse protocolo possibilita que se estabeleça uma conexão TCP ponto a ponto com transmissão simultânea em ambas as direções. Ele possibilita a recuperação de dados corrompidos, recuperação de pacotes perdidos, a eliminação de pacotes duplicados, e pode recuperar a ligação em caso de problemas no sistema e na rede, garantindo que no final da conexão todos os pacotes foram bem recebidos.
O TCP é normalmente indicado como TCP/IP pois ele usa o IP para a entrega dos datagramas (entidade de dados completa) à rede, O IP trata o pacote TCP como dados e não interpreta qualquer conteúdo da mensagem do TCP, sendo que os dados TCP viajam pela rede em datagramas IP. Os roteadores que interligam as redes apenas verificam o cabeçalho IP, quando fazem o envio dos datagramas. O TCP no destino interpreta as mensagens do protocolo TCP.